Falta pouco tempo para o nosso aniversário de dois anos de namoro, estou muito ansioso, pois é mais uma conquista nossa juntos. Eu tenho um presente surpresa pra ela, sabe quando eu falo isso ela fica MUITO CURIOSA rsrsrs, mais vai ser um presente muito lindo, talvez vcs leitores vejam as fotos, mais quero falar que amo minha namorada demais cada mês que passo ao lado dela nosso namoro só melhora, eu só aprendo do lado dessa mulher maravilhosa. Mor prometo sempre te fazer feliz do jeito que vc me faz, eu te amo muitoooo.
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Acessibilidade dentro de casa
Nada melhor do que chegar em casa e poder desfrutar de conforto e liberdade. A habitação é um ambiente particular, onde cada um impõe suas necessidades e busca sua identidade. Esse é um direito de todos, inclusive daqueles que vivem em cadeiras de rodas.
Segundo estatísticas do IBGE, no Brasil, existem mais de 9.300 cadeirantes e, mesmo assim, ainda é muito difícil encontrar lugares adaptados ou próprios para essas pessoas. “Passei cinco anos procurando um lugar para morar que tivesse o mínimo de acessibilidade, com rampas e um bom espaço externo”, diz a vereadora de São Paulo Mara Gabrilli, que ficou tetraplégica após um acidente de carro, em 1994.
Tornar a residência acessível é dar possibilidade e condição de acesso, circulação, aproximação e alcance a um usuário de cadeira de rodas. De acordo com a doutora em arquitetura inclusiva e diretora-presidente do Instituto Brasil Acessível, Sandra Perito, é a junção desses elementos que torna a residência um lugar seguro, confortável e apto a um cadeirante.
Facilite o acesso
Oferecer condição de acesso é eliminar qualquer desnível que possa existir no decorrer no percurso. “Todo piso deve ter superfície regular, firme, estável, antiderrapante e que não provoque trepidações”, afirma a arquiteta Karla Cunha. Além disso, é importante que os capachos sejam embutidos no piso e os tapetes ou forrações tenham suas bordas firmemente fixadas. Caso contrário, simplesmente elimine esses objetos.
Libere a circulação
Outra condição muito importante ao cadeirante é a circulação. “A idéia principal de adaptar um lugar é dar total independência ao morador deste local, dar espaço suficiente para que ele consiga se movimentar o máximo possível, diz Sandra.
No caso dos usuários de cadeiras de rodas, uma das recomendações mais importante dentro de um lar é que ele tenha uma área de giro de 360º para se mover com total liberdade e autonomia. “Gosto de ser livre, de me movimentar. A pior coisa é ter que chegar em casa, depois de um dia inteiro de trabalho e ficar fazendo manobras para entrar nos lugares”, afirma Mara.
Segundo a arquiteta especializada em acessibilidade, Thais Frota não é necessário um lugar imenso para que o cadeirante tenha liberdade e sim, que o espaço, seja bem projetado com todas as devidas recomendações.
Aumente os espaços
“As portas precisam ter no mínimo 80 cm de vão livre, os corredores, 1,20 m de comprimento e, no caso de prédios, os elevadores têm que medir 80 cm de largura x 1,20 m de comprimento”, explica Thais. Além disso, recomenda-se colocar bancos fixos e barras de sustentação dentro dos boxes do banheiro para facilitar o banho dos cadeirantes.
As barras de sustentação, que também são colocadas ao lado do vaso sanitário devem ter 70 cm de comprimento e precisam estar a 75 cm do chão. “No boxe é correto colocar duas barras de apoio, uma na vertical e outra na horizontal e no vaso sanitário uma de cada lado”, afirma Thais.
Apesar de serem medidas maiores que o normal, como no caso das portas, corredores e elevadores, a vereadora Mara Gabrilli garante que existem alternativas que equilibram esse espaço e não atrapalham os usuários de cadeiras de rodas, como utilizar portas de correr e tirar as paredes da residência. “Meu quarto e banheiro são unidos. Isso facilitou muito o deslocamento e trouxe conforto”, relata Mara.
Garanta a aproximação
A aproximação é a terceira condição para que o cadeirante sinta-se a vontade em sua própria residência. “O mais importante é retirar todos os gabinetes e colunas sob os lavatórios, pois o usuário de cadeira de rodas precisa do espaço inferior livre para que a cadeira e suas pernas possam se adequar ao ambiente”, afirma Thais.
O portador da cadeira de rodas necessita poder alcançar peças e objetos para realizar todas as suas atividades. Neste caso é preciso prestar atenção quanto à altura e distância de torneiras, janelas, espelhos, mesas e interruptores.
Segundo Sandra Perito, para maior conforto do cadeirante é recomendado colocar as torneiras ao lado da pia. Além disso, as janelas têm que ser baixas (80 cm) para facilitar a visualização de fora e os interruptores adaptados ao alcance de todos, sejam cadeirantes ou não. Nos espelhos recomenda-se uma inclinação de 10º para frente.
Conforto individual
Apesar de todas essas recomendações em medidas, quando se fala em residências particulares adaptadas não existe um tamanho padrão e sim medidas individuais. “Estamos sempre nos baseando na norma da ABNT NBR 9050 (Associação Brasileira de Normas Técnicas), de 2004, mas quando adaptamos residências particulares, o importante é verificar a necessidade e medidas específicas de cada pessoa”, afirma Thais.
“No início, uma das coisas que eu menos gostava era tomar banho sentada no banco dentro do chuveiro. Depois que eu descobri a banheira, minha vida mudou. Com o tempo, dentro do novo lar, a pessoa descobre suas necessidades e procura adaptá-las”, diz Mara.
Mesmo assim, segundo Karla, nas áreas comuns, como entradas de prédios, jardins e áreas de lazer, essas adaptações padrões são obrigatórias e devem ser cobradas por todos, principalmente pelo responsável do condomínio ou prédio.
Acessibilidade também nas áreas comuns
“Aqui no prédio, nós modificamos a calçada da frente e colocamos um elevador para acessar a piscina interna, pois antes só tinha escadas”, diz Lucas Alvarez, arquiteto e síndico do prédio da vereadora Mara Gabrilli.
Sob sua orientação também foi instalado piso antiderrapante sem desníveis na calçada da frente e na área de circulação interna do edifício. “Temos que transformar a realidade para que se tenha mais opções de moradias para usuários de cadeiras de rodas no Brasil”, finaliza.
FONTES:http://delas.ig.com.br/casa/arquitetura/acessibilidade-dentro-de-casa/n1237541605153.html
Segundo estatísticas do IBGE, no Brasil, existem mais de 9.300 cadeirantes e, mesmo assim, ainda é muito difícil encontrar lugares adaptados ou próprios para essas pessoas. “Passei cinco anos procurando um lugar para morar que tivesse o mínimo de acessibilidade, com rampas e um bom espaço externo”, diz a vereadora de São Paulo Mara Gabrilli, que ficou tetraplégica após um acidente de carro, em 1994.
Tornar a residência acessível é dar possibilidade e condição de acesso, circulação, aproximação e alcance a um usuário de cadeira de rodas. De acordo com a doutora em arquitetura inclusiva e diretora-presidente do Instituto Brasil Acessível, Sandra Perito, é a junção desses elementos que torna a residência um lugar seguro, confortável e apto a um cadeirante.
Facilite o acesso
Oferecer condição de acesso é eliminar qualquer desnível que possa existir no decorrer no percurso. “Todo piso deve ter superfície regular, firme, estável, antiderrapante e que não provoque trepidações”, afirma a arquiteta Karla Cunha. Além disso, é importante que os capachos sejam embutidos no piso e os tapetes ou forrações tenham suas bordas firmemente fixadas. Caso contrário, simplesmente elimine esses objetos.
Libere a circulação
Outra condição muito importante ao cadeirante é a circulação. “A idéia principal de adaptar um lugar é dar total independência ao morador deste local, dar espaço suficiente para que ele consiga se movimentar o máximo possível, diz Sandra.
No caso dos usuários de cadeiras de rodas, uma das recomendações mais importante dentro de um lar é que ele tenha uma área de giro de 360º para se mover com total liberdade e autonomia. “Gosto de ser livre, de me movimentar. A pior coisa é ter que chegar em casa, depois de um dia inteiro de trabalho e ficar fazendo manobras para entrar nos lugares”, afirma Mara.
Segundo a arquiteta especializada em acessibilidade, Thais Frota não é necessário um lugar imenso para que o cadeirante tenha liberdade e sim, que o espaço, seja bem projetado com todas as devidas recomendações.
Aumente os espaços
“As portas precisam ter no mínimo 80 cm de vão livre, os corredores, 1,20 m de comprimento e, no caso de prédios, os elevadores têm que medir 80 cm de largura x 1,20 m de comprimento”, explica Thais. Além disso, recomenda-se colocar bancos fixos e barras de sustentação dentro dos boxes do banheiro para facilitar o banho dos cadeirantes.
As barras de sustentação, que também são colocadas ao lado do vaso sanitário devem ter 70 cm de comprimento e precisam estar a 75 cm do chão. “No boxe é correto colocar duas barras de apoio, uma na vertical e outra na horizontal e no vaso sanitário uma de cada lado”, afirma Thais.
Apesar de serem medidas maiores que o normal, como no caso das portas, corredores e elevadores, a vereadora Mara Gabrilli garante que existem alternativas que equilibram esse espaço e não atrapalham os usuários de cadeiras de rodas, como utilizar portas de correr e tirar as paredes da residência. “Meu quarto e banheiro são unidos. Isso facilitou muito o deslocamento e trouxe conforto”, relata Mara.
Garanta a aproximação
A aproximação é a terceira condição para que o cadeirante sinta-se a vontade em sua própria residência. “O mais importante é retirar todos os gabinetes e colunas sob os lavatórios, pois o usuário de cadeira de rodas precisa do espaço inferior livre para que a cadeira e suas pernas possam se adequar ao ambiente”, afirma Thais.
O portador da cadeira de rodas necessita poder alcançar peças e objetos para realizar todas as suas atividades. Neste caso é preciso prestar atenção quanto à altura e distância de torneiras, janelas, espelhos, mesas e interruptores.
Segundo Sandra Perito, para maior conforto do cadeirante é recomendado colocar as torneiras ao lado da pia. Além disso, as janelas têm que ser baixas (80 cm) para facilitar a visualização de fora e os interruptores adaptados ao alcance de todos, sejam cadeirantes ou não. Nos espelhos recomenda-se uma inclinação de 10º para frente.
Conforto individual
Apesar de todas essas recomendações em medidas, quando se fala em residências particulares adaptadas não existe um tamanho padrão e sim medidas individuais. “Estamos sempre nos baseando na norma da ABNT NBR 9050 (Associação Brasileira de Normas Técnicas), de 2004, mas quando adaptamos residências particulares, o importante é verificar a necessidade e medidas específicas de cada pessoa”, afirma Thais.
“No início, uma das coisas que eu menos gostava era tomar banho sentada no banco dentro do chuveiro. Depois que eu descobri a banheira, minha vida mudou. Com o tempo, dentro do novo lar, a pessoa descobre suas necessidades e procura adaptá-las”, diz Mara.
Mesmo assim, segundo Karla, nas áreas comuns, como entradas de prédios, jardins e áreas de lazer, essas adaptações padrões são obrigatórias e devem ser cobradas por todos, principalmente pelo responsável do condomínio ou prédio.
Acessibilidade também nas áreas comuns
“Aqui no prédio, nós modificamos a calçada da frente e colocamos um elevador para acessar a piscina interna, pois antes só tinha escadas”, diz Lucas Alvarez, arquiteto e síndico do prédio da vereadora Mara Gabrilli.
Sob sua orientação também foi instalado piso antiderrapante sem desníveis na calçada da frente e na área de circulação interna do edifício. “Temos que transformar a realidade para que se tenha mais opções de moradias para usuários de cadeiras de rodas no Brasil”, finaliza.
FONTES:http://delas.ig.com.br/casa/arquitetura/acessibilidade-dentro-de-casa/n1237541605153.html
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Pessoas com deficiência estão insatisfeitas com cargos atuais, revela pesquisa
Consultoria ouviu 243 profissionais, de diferentes áreas e estados do Brasil. Metade dos entrevistados quer mudar de empresa nos próximos dois anos.
A obrigatoriedade de cotas previstas em lei, o aquecimento do mercado e a falta de políticas de retenção de talentos aumentaram a rotatividade entre profissionais com deficiência. A conclusão é da Page PCD, unidade de negócios da Page Personnel, empresa do grupo Michael Page, que acabou de concluir uma pesquisa inédita sobre o mercado de trabalho para PCDs. A consultoria ouviu 243 profissionais de todo o Brasil, a maioria com larga experiência profissional e mais de 10 anos de atuação no mercado formal. Dos entrevistados, 82% estão insatisfeitos com sua função atual e metade dos participantes pretende mudar de empresa nos próximos 2 anos.
A pesquisa também mostrou que existe qualificação nesse mercado, dado muitas vezes desconhecido pelas empresas. Dos participantes, 51% possui ensino superior, 19% pós-graduação e 2% mestrado ou MBA. Além da alta escolaridade, os profissionais mostram que têm se preparado para competir no mercado. Metade dos entrevistados consideram-se únicos responsáveis pelo seu crescimento profissional e 35% reconhecem a importância compartilhada com a empresa. Mais de 90% afirma investir em seu desenvolvimento.
Apesar de qualificados, 36% ainda não foi promovido e a grande maioria ocupa cargos administrativos (58%). Somente 14% atuam em cargos de supervisão ou gerência.
Outra informação importante é a alta rotatividade: 33% dos profissionais já passaram por 5 empresas ou mais nos últimos dez anos. O dado, por um lado, aponta para a problemática da empresa em reter o profissional com deficiência, e por outro a dificuldade do profissional em construir uma carreira sólida. Quarenta e seis por cento afirmam ainda ter recebido uma oportunidade melhor e optado por sair da empresa.
Remuneração (98%), Clima Organizacional (47%) e Investimento da empresa em Treinamento & Desenvolvimento (45%) foram algumas das razões que justificaram a mudança de emprego. Apenas 2% dos entrevistados mencionaram exclusivamente a remuneração como um aspecto primordial para mudança.
“Os números mostram a importância das políticas de retenção, que incluem desde medidas para tornar o ambiente saudável e de respeito à diversidade, quanto a oportunidades de desenvolvimento e plano de carreira. As empresas ainda não conseguiram enxergar esses profissionais como alguém que vai galgar posições na companhia”, afirma Danilo Castro, diretor da Page PCD, que conduziu a pesquisa.
No ano passado, o número de contratações de Pessoas com deficiência representou 15% do total de contratações da Page Personnel e cresceu 260% referente ao ano anterior, o que mostra a tendência de investimento das empresas em melhorar o processo seletivo e conseqüentemente a retenção desses profissionais.
A pesquisa também mostrou que existe qualificação nesse mercado, dado muitas vezes desconhecido pelas empresas. Dos participantes, 51% possui ensino superior, 19% pós-graduação e 2% mestrado ou MBA. Além da alta escolaridade, os profissionais mostram que têm se preparado para competir no mercado. Metade dos entrevistados consideram-se únicos responsáveis pelo seu crescimento profissional e 35% reconhecem a importância compartilhada com a empresa. Mais de 90% afirma investir em seu desenvolvimento.
Apesar de qualificados, 36% ainda não foi promovido e a grande maioria ocupa cargos administrativos (58%). Somente 14% atuam em cargos de supervisão ou gerência.
Outra informação importante é a alta rotatividade: 33% dos profissionais já passaram por 5 empresas ou mais nos últimos dez anos. O dado, por um lado, aponta para a problemática da empresa em reter o profissional com deficiência, e por outro a dificuldade do profissional em construir uma carreira sólida. Quarenta e seis por cento afirmam ainda ter recebido uma oportunidade melhor e optado por sair da empresa.
Remuneração (98%), Clima Organizacional (47%) e Investimento da empresa em Treinamento & Desenvolvimento (45%) foram algumas das razões que justificaram a mudança de emprego. Apenas 2% dos entrevistados mencionaram exclusivamente a remuneração como um aspecto primordial para mudança.
“Os números mostram a importância das políticas de retenção, que incluem desde medidas para tornar o ambiente saudável e de respeito à diversidade, quanto a oportunidades de desenvolvimento e plano de carreira. As empresas ainda não conseguiram enxergar esses profissionais como alguém que vai galgar posições na companhia”, afirma Danilo Castro, diretor da Page PCD, que conduziu a pesquisa.
No ano passado, o número de contratações de Pessoas com deficiência representou 15% do total de contratações da Page Personnel e cresceu 260% referente ao ano anterior, o que mostra a tendência de investimento das empresas em melhorar o processo seletivo e conseqüentemente a retenção desses profissionais.
Fontes:http://www.paraplegicos.com/2011/06/pessoas-com-deficiencia-estao.html
pessoas famosas com deficiência....
Hoje em dia na nossa sociedade ainda tem pessoas que acreditam que a deficiência,torna uma pessoa incapaz de ser independente e conquistar vitorias....Vejam a baixo uma lista com nomes consagrados que comprovam que a deficiência é apenas mais uma barreira que todos nós um dia passamos ou iremos passar independente de tudo...
Abraham Lincoln, presidente dos EUA (Síndr. de Marfan)
Agatha Christie, escritora (dislexia)
Albert Einstein, cientista (dislexia)
Alexander Graham Bell, inventor - telefone (dislexia)
Alexander Pope, escritor (malformações congênitas)
Andrea Bocelli , cantor (cegueira)
Ben Johnson, esportista (dislexia)
Bertha Galeron de Calonne (cegueira e defic. auditiva)
Bispo Hincmar, religioso (cegueira)
Bob Dole, (deficiencia no braço direito)
Boris Casoy, jornalista (poliomielite)
Caio Júlio César imperador romano (tumor cerebral)
Célia Leão , deputada estadual (paraplegia)
Cesar Torres Coronel (cegueira e deficiencia auditiva)
Charles Darwin, cientista (dislexia)
Charlton Heston, ator de cinema (mal de Alzheimer)
Chris Burke, ator americano (síndrome de Down)
Christopher Reeve, artista de cinema (tetraplegia)
Christy Brown, escritor e artista plástico (paralisia cerebral)
Dennis Byrd, astro do futebol americano (paraplegia)
Dídimo, diretor da Escola de Alexandria (cegueira)
Donald Sutherland, ator de cinema (poliomielite)
Enrico Dandolo, doge de Veneza (cegueira)
Ernesto Nazareth, compositor (deficiência auditiva)
Eugenio Malossi, (cegueira e deficiência auditiva)
Felipe III, rei da Macedônia (deficiência mental)
Fineu, rei da Tracia (cegueira)
Galba, imperador romano (artrite reumatóide)
Galileu Galilei, cientista (cegueira)
General Belisário, general bizantino (cegueira)
João Carlos Martins, maestro (lesão cerebral)
João Paulo II, papa (mal de Parkinson)
Joaquin Rodrigo, compositor espanhol (cegueira)
Johannes Kepler, cientista (deficiência visual)
Leonardo DaVinci, inventor (dislexia)
Leonhard Euler, cientista (cegueira)
Lex Frieden, lider mundial (quadriplegia)
Ludwig Van Beethoven, compositor (deficiência auditiva)
Luiz de Camões, escritor (deficiência visual)
Luis III, Rei da Provença e da Itália (cegueira)
Moisés, Patriarca Hebreu (gagueira)
Marie Therese Von Paradis, pianista (cegueira)
Marla Runyan, corredora olímpica (cegueira)
Nelson Ned, cantor (nanismo)
Nelson Rockefeller, empresário e estadista (dislexia)
Nicholas Saunderson, Matemático e cientista (cegueira)
Ray Charles, cantor (cegueira)
Renata Tebaldi, cantora lírica (poliomielite)
Richard Pryor, ator de cinema (esclerose múltipla)
Robert J. Smithdas, escritor (cegueira e defic. auditiva)
Robin Williams, ator (dislexia)
Ronald Reagan, estadista (mal de Alzheimer)
Stevie Wonder, cantor (cegueira)
Tom Cruise, artista de cinema (dislexia)
Tom Wiggins, pianista (cegueira e deficiência mental)
Tony Meléndez, músico (malformações)
Tutankhamon, faraó egípcio (síndrome de Klippel-Feil)
Vincent Van Gogh, pintor (dislexia)
Vitélio, imperador romano (deficiência física)
Walt Disney, empresário e desenhista (dislexia)
Walter Scott, escritor (poliomielite)
Fonte: http://www.crfaster.com.br/gfamosos.htm
Abraham Lincoln, presidente dos EUA (Síndr. de Marfan)
Agatha Christie, escritora (dislexia)
Albert Einstein, cientista (dislexia)
Alexander Graham Bell, inventor - telefone (dislexia)
Alexander Pope, escritor (malformações congênitas)
Andrea Bocelli , cantor (cegueira)
Ben Johnson, esportista (dislexia)
Bertha Galeron de Calonne (cegueira e defic. auditiva)
Bispo Hincmar, religioso (cegueira)
Bob Dole, (deficiencia no braço direito)
Boris Casoy, jornalista (poliomielite)
Caio Júlio César imperador romano (tumor cerebral)
Célia Leão , deputada estadual (paraplegia)
Cesar Torres Coronel (cegueira e deficiencia auditiva)
Charles Darwin, cientista (dislexia)
Charlton Heston, ator de cinema (mal de Alzheimer)
Chris Burke, ator americano (síndrome de Down)
Christopher Reeve, artista de cinema (tetraplegia)
Christy Brown, escritor e artista plástico (paralisia cerebral)
Dennis Byrd, astro do futebol americano (paraplegia)
Dídimo, diretor da Escola de Alexandria (cegueira)
Donald Sutherland, ator de cinema (poliomielite)
Enrico Dandolo, doge de Veneza (cegueira)
Ernesto Nazareth, compositor (deficiência auditiva)
Eugenio Malossi, (cegueira e deficiência auditiva)
Felipe III, rei da Macedônia (deficiência mental)
Fineu, rei da Tracia (cegueira)
Galba, imperador romano (artrite reumatóide)
Galileu Galilei, cientista (cegueira)
General Belisário, general bizantino (cegueira)
João Carlos Martins, maestro (lesão cerebral)
João Paulo II, papa (mal de Parkinson)
Joaquin Rodrigo, compositor espanhol (cegueira)
Johannes Kepler, cientista (deficiência visual)
Leonardo DaVinci, inventor (dislexia)
Leonhard Euler, cientista (cegueira)
Lex Frieden, lider mundial (quadriplegia)
Ludwig Van Beethoven, compositor (deficiência auditiva)
Luiz de Camões, escritor (deficiência visual)
Luis III, Rei da Provença e da Itália (cegueira)
Moisés, Patriarca Hebreu (gagueira)
Marie Therese Von Paradis, pianista (cegueira)
Marla Runyan, corredora olímpica (cegueira)
Nelson Ned, cantor (nanismo)
Nelson Rockefeller, empresário e estadista (dislexia)
Nicholas Saunderson, Matemático e cientista (cegueira)
Ray Charles, cantor (cegueira)
Renata Tebaldi, cantora lírica (poliomielite)
Richard Pryor, ator de cinema (esclerose múltipla)
Robert J. Smithdas, escritor (cegueira e defic. auditiva)
Robin Williams, ator (dislexia)
Ronald Reagan, estadista (mal de Alzheimer)
Stevie Wonder, cantor (cegueira)
Tom Cruise, artista de cinema (dislexia)
Tom Wiggins, pianista (cegueira e deficiência mental)
Tony Meléndez, músico (malformações)
Tutankhamon, faraó egípcio (síndrome de Klippel-Feil)
Vincent Van Gogh, pintor (dislexia)
Vitélio, imperador romano (deficiência física)
Walt Disney, empresário e desenhista (dislexia)
Walter Scott, escritor (poliomielite)
Fonte: http://www.crfaster.com.br/gfamosos.htm
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Te amo
Bom hoje eu não estou aqui para falar mal de minguem e nem nada do tipo. To aqui pra falar que eu tenho uma namorada maravilhosa, ela é essencial na minha vida, e se vc que está lendo agora não acredita no amor de verdade, eu te digo que existe sim, eu vivo isso.
Meu amor eu sei que vc vai ler isso, quero que saiba que vc é fundamental na minha vida mor, e que o Marcos não existe mais sem a Karina, deis do dia que eu te conheci a minha vida mudou, passei a ver a vida com outros olhos. MINHA VIDA FEZ MAIS SENTIDO quando comecei namorar com vc.
E esse amor vai durar para sempre e sempre vai crescer cada dia mais, quero estar sempre ai seu lado, para qualquer coisa que precisar meu amor TE AMO TE AMO TE AMO, nunca vou cansar de falar o quanto eu te amo, quero me casar com vc construir a nossa família, vai ser tudo de bom, não vejo a hora.
Eu te amo e sempre vou te amar sz
Meu amor eu sei que vc vai ler isso, quero que saiba que vc é fundamental na minha vida mor, e que o Marcos não existe mais sem a Karina, deis do dia que eu te conheci a minha vida mudou, passei a ver a vida com outros olhos. MINHA VIDA FEZ MAIS SENTIDO quando comecei namorar com vc.
E esse amor vai durar para sempre e sempre vai crescer cada dia mais, quero estar sempre ai seu lado, para qualquer coisa que precisar meu amor TE AMO TE AMO TE AMO, nunca vou cansar de falar o quanto eu te amo, quero me casar com vc construir a nossa família, vai ser tudo de bom, não vejo a hora.
Eu te amo e sempre vou te amar sz
sábado, 23 de julho de 2011
Síndrome de Down
O que é síndrome de Down?
É uma condição genética na qual existe um material cromossômico excedente ligado ao par de número 21 e por isso também é chamada de trissomia do 21. As pessoas com a síndrome Down (pronúncia dawn) apresentam, em conseqüência, retardo mental (de leve a moderado) e alguns problemas clínicos associados.Características da síndrome de Down
As crianças com síndrome de Down possuem algumas características físicas específicas, que podem ser observadas pelo médico para fazer o diagnóstico clínico. Nem sempre a criança com síndrome de Down apresenta todas as características. Algumas podem ter poucas, enquanto outras podem mostrar a maioria das características da síndrome:- Inclinação das fendas palpebrais;
- Pequenas dobras de pele no canto interno dos olhos;
- Língua aumentada e proeminente;
- Achatamento da parte de trás da cabeça;
- Ponte nasal achatada;
- Orelhas menores;
- Boca pequena;
- Tônus muscular diminuído;
- Ligamentos soltos;
- Mãos e pés pequenos;
- Pele na nuca em excesso;
- Palma da mão com uma linha cruzada (linha simiesca);
- Distancia entre primeiro e segundo dedo do pé aumentada.
- As principais são as do coração, atingindo 30% dos portadores de síndrome de Dow;
- Mal-formações do trato gastrointestinal, como estenose ou atresia do duodeno, imperfuração anal, e doença de Hirschsprung;
- Perda auditiva condutiva;
- Problemas de visão;
- Alguns tipos de leucemia têm maior incidência crianças com síndrome de Down;
- Pessoas com síndrome de Down desenvolvem as características neuropatológicas da doença de Alzheimer em uma idade muito mais precoce.
Causas síndrome de Down
A síndrome de Down é causada por um acidente genético que ocorre em média em 1 a cada 800 nascimentos.Diferentemente dos 46 cromossomos que constituem o material genético de cada célula do corpo humano, a criança com síndrome de down possui 47 cromossomos, devido ao material cromossômico excedente ligado ao cromossomo 21. Por isto também é chamada trissomia do 21.
Aumento da idade materna. A incidência de síndrome de Down entre os recém nascidos de mães de até 27 anos é de 1/1.200. Com mães de 30-35 anos é de 1/365. Depois dos 35 anos a freqüência aumenta mais rapidamente: entre 39-40 anos é de 1/100 e depois dos 40 anos torna-se ainda maior.
Não foram identificados fatores durante a gravidez que possam causar a síndrome, visto que, a formação cromossômica ocorre na fecundação e nos primeiros estágios do embrião.
Diagnóstico da síndrome de Down
O diagnóstico da síndrome de Down é realizado pelo médico, que utiliza exames citogenéticos para confirmação do quadro.Tratamento da síndrome de Down
Não existe um tratamento específico para síndrome de down a fim de reverter a trissomia do cromossomo 21. O tratamento engloba, na verdade, uma série de medidas para tratar os problemas clínicos decorrentes da síndrome e também uma série de medidas de estimulação precoce e inclusão para aproveitar todo o potencial da criança com síndrome de Down.A estimulação precoce é um atendimento especializado direcionado a bebês e crianças de 0 a 3 anos com risco ou atraso no desenvolvimento global.
Este atendimento é de fundamental importância, pois possibilita dar suporte ao bebê no seu processo inicial de interação com o meio, considerando os aspectos motores, cognitivos, psíquicos e sociais de seu desenvolvimento, bem como auxiliar seus pais no exercício das funções parentais, fortalecendo os vínculos familiares.
Toda criança deve ser incluída na sociedade desde que ela nasce, começando com a inclusão em sua própria família, para então criar bases para inclusão escolar e social.
A criança com síndrome de Down deve ser inserida na sociedade desde bem pequena quando freqüenta em seus passeios de carrinho os mesmos lugares que os outros bebês sem Síndrome de Down.
Na fase pré-escolar é recomendado que a criança seja inserida em igualdade de condições com outras crianças, incentivando o desenvolvimento motor e psicossocial.
Nas fases seguintes, a partir da alfabetização, um apoio específico é recomendado, tais como reforço escolar. Ainda assim os especialistas recomendam que se evite a exclusão por meio de classes especiais separadas.
Referências
Este guia sobre síndrome de Down foi produzido pelo Editorial Médico utilizando fontes nacionais e internacionais de confiança para apresentar informações atualizadas e respaldadas em consensos e pesquisas médicas. Dentre as fontes científicas utilizadas estão:- Antonarakis SE, Lyle R, Dermitzakis ET, Reymond A, Deutsch S. Chromosome 21 and down syndrome: from genomics to pathophysiology. Nat Rev Genet. 2004 Oct;5(10):725-38. Review.
- Lubec G, Engidawork E. The brain in Down syndrome (TRISOMY 21). J Neurol. 2002 Oct;249(10):1347-56. Review.
- Roizen NJ, Patterson D. Down's syndrome. Lancet. 2003 Apr 12;361(9365):1281-9. Review.
- Shapiro BL. Down syndrome and associated congenital malformations. J Neural Transm Suppl. 2003;(67):207-14. Review.
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